Daniel Almeida, integridade e história

O parlamentar iniciou sua militância política na antiga Escola Técnica (hoje CEFET). Foi presidente do Sinditêxtil e da CUT Metropolitana, liderando importantes greves operárias no CIA e apoiando movimentos dos trabalhadores em Camaçari e outras concentrações industriais da Região Metropolitana de Salvador.
Foi vereador em Salvador por quatro mandatos e se candidatou ao Senado em 1998. Em 2002, recebeu 95.485 votos e se elegeu deputado federal. Foi candidato a Prefeito de Simões Filho em 2004 e ajudou a derrubar o domínio político autoritário que imperava na cidade. Nas eleições de 2006 foi o candidato mais votado do PCdoB na Bahia, reeleito deputado federal com 86.881 mil votos. Atualmente é líder do PCdoB na Câmara dos Deputados.
Destaque parlamentar
Daniel sempre se destacou na atividade parlamentar, sendo seguidamente premiado pela imprensa pelo seu trabalho. Em 2005 e 2006, o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) identificou Daniel como um dos deputados mais atuantes deputados do Congresso. Foi vice-líder do PCdoB na Câmara É um dos mais leais deputados da base de apoio de Lula em Brasília. Íntegro e sério defendeu o governo e a punição para os acusados de corrupção.
Como presidente da Comissão de Defesa dos Direitos do Cidadão da Câmara de Salvador ele intermediou o acordo que determinou a existência de empacotadores nos supermercados, deflagrou a campanha contra o cartel dos combustíveis e buscou o Ministério Público contra a Taxa de Iluminação Pública. Foi ele quem elaborou o Manual de Orientação a Pais de Alunos, para defendê-los dos abusos das escolas pagas. E foi o autor da lei dos 15 minutos nas filas dos bancos e da proposta de ampliação do horário de atendimento bancário para 8 horas diárias.
Em Brasília, denunciou o Copes/Data Certa e lutou pela regulamentação da profissão dos Agentes Comunitários de Saúde e Combate a Endemias. Participou das comissões que discutiu a valorização do Salário Mínimo, a reforma sindical e o Código Brasileiro dos Combustíveis.
Propôs a CPI para investigar a privatização das teles e os aumentos abusivos das tarifas, foi um dos membros da CPMI que investigou a compra de votos e participa das comissões de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias, de Direitos Humanos e a do Trabalho, Administração e Serviço Público.
Participa das frentes parlamentares de Combate à Pirataria, Educação Profissionalizante, Defesa da Igualdade Racial, do Estatuto de Acessibilidade e de Defesa da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.
É de autoria do parlamentar a Lei que cria o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa - comemorado no dia 21 de janeiro, da proposta de redução da Jornada de Trabalho, em tramitação na Câmara, além de outros projetos de interesse social.
Foi vereador em Salvador por quatro mandatos e se candidatou ao Senado em 1998. Em 2002, recebeu 95.485 votos e se elegeu deputado federal. Foi candidato a Prefeito de Simões Filho em 2004 e ajudou a derrubar o domínio político autoritário que imperava na cidade. Nas eleições de 2006 foi o candidato mais votado do PCdoB na Bahia, reeleito deputado federal com 86.881 mil votos. Atualmente é líder do PCdoB na Câmara dos Deputados.
Destaque parlamentar
Daniel sempre se destacou na atividade parlamentar, sendo seguidamente premiado pela imprensa pelo seu trabalho. Em 2005 e 2006, o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) identificou Daniel como um dos deputados mais atuantes deputados do Congresso. Foi vice-líder do PCdoB na Câmara É um dos mais leais deputados da base de apoio de Lula em Brasília. Íntegro e sério defendeu o governo e a punição para os acusados de corrupção.
Como presidente da Comissão de Defesa dos Direitos do Cidadão da Câmara de Salvador ele intermediou o acordo que determinou a existência de empacotadores nos supermercados, deflagrou a campanha contra o cartel dos combustíveis e buscou o Ministério Público contra a Taxa de Iluminação Pública. Foi ele quem elaborou o Manual de Orientação a Pais de Alunos, para defendê-los dos abusos das escolas pagas. E foi o autor da lei dos 15 minutos nas filas dos bancos e da proposta de ampliação do horário de atendimento bancário para 8 horas diárias.
Em Brasília, denunciou o Copes/Data Certa e lutou pela regulamentação da profissão dos Agentes Comunitários de Saúde e Combate a Endemias. Participou das comissões que discutiu a valorização do Salário Mínimo, a reforma sindical e o Código Brasileiro dos Combustíveis.
Propôs a CPI para investigar a privatização das teles e os aumentos abusivos das tarifas, foi um dos membros da CPMI que investigou a compra de votos e participa das comissões de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias, de Direitos Humanos e a do Trabalho, Administração e Serviço Público.
Participa das frentes parlamentares de Combate à Pirataria, Educação Profissionalizante, Defesa da Igualdade Racial, do Estatuto de Acessibilidade e de Defesa da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.
É de autoria do parlamentar a Lei que cria o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa - comemorado no dia 21 de janeiro, da proposta de redução da Jornada de Trabalho, em tramitação na Câmara, além de outros projetos de interesse social.
